O Ministério das Relações Exteriores da Espanha anunciou que fornecerá ajuda humanitária a Cuba, utilizando os mecanismos da ONU. A crise de desabastecimento na ilha caribenha, uma das maiores nos últimos anos, foi agravada pela captura de Nicolás Maduro e a mudança de comando na Venezuela, que historicamente abastecia Cuba com gasolina e outros recursos energéticos. Com a interrupção desse fornecimento, a situação se tornou crítica.
Donald Trump alertou que países que tentarem circular sanções contra o governo cubano poderão enfrentar novas tarifas. Em resposta à crise, a Espanha planeja enviar alimentos, suprimentos e medicamentos aos cubanos. Além disso, o governo mexicano, sob a liderança da presidente Cláudia Shinbound, também se comprometeu a enviar barris de petróleo, visando mitigar a falta generalizada de energia na ilha. Muitas pessoas em Havana dependem de geradores para obter eletricidade, e a falta de querosene de aviação tem afetado as operações aéreas, dificultando o turismo e a vida cotidiana.
Analistas discutem a situação, com alguns apontando que a ONU se tornou um organismo enfraquecido, incapaz de solucionar conflitos de grande escala. A crítica se estende às ações de Donald Trump, que são vistas por alguns como um crime humanitário, sendo comparadas a táticas de cerco que causam desabastecimento e sofrimento à população. Apesar da oposição ao regime cubano, muitos defendem que a pressão econômica exacerbada não é uma solução.